quarta-feira, 8 de julho de 2015


Os últimos 4 anos!
Quando fiz o último post por aqui (há quase quatro anos), tinha acabado de voltar da Venezuela do meu Intercâmbio que fiz pela AIESEC. Logo que cheguei foi bem legal rever os amigos, família e blaus! Já estava realmente querendo voltar por esses motivos.
Voltei e, sem emprego, comecei a participar ativamente da AIESEC onde trabalhei na área de Gestão de Talentos, num comitê organizador e posteriormente no time responsável por Expansão e na Organização do evento de 5 anos!
Além disso trabalhei por um tempo dando aulas particulares, até que teve uma seleção pra bolsista no Centro de Ensino a Distância da UFAM(através do qual viajei pra uns interiores a trabalho) e finalmente em janeiro de 2013 fui chamado pra trabalhar na Escola Internacional do Amazonas.
Nesse meio, preciso confessar que passei por um momento que muitas pessoas passam (algumas mais novas e outras mais velhas) que é a conhecida crise dos 25. Aquela que a gente se pergunta, onde estou, para onde eu vou, quem eu sou? Isso tudo porque pensa no momento: Choque cultural reverso, tinha acabado de passar um ano fora, aprender e viver tanta coisa incrível, não ter emprego, estar totalmente desgostoso da segunda faculdade que estava faltando um ano pra acabar, liso e isso tudo com uma vontade imensa de ir mundo afora experimentar tudo aquilo que tinha experimentado em outro lugar.  Ufa! Cansei só de pensar nesse momento!
Foi difícil, mas eu ainda fui arrastando um tempo paras aulas. Até que um dia eu me perguntei: OK eu sei o que eu gosto de fazer profissionalmente e eu sei o que eu quero fazer por prazer como eu faço para juntar as duas coisas? Como eu faço para ser professor e ainda poder viajar o mundo, conhecendo pessoas diferentes, lugares novos, vivenciando novas culturas e idiomas?
E como eu sempre digo: “Google é meu pastor e nada me faltará”. Eu comecei a pesquisar e acabei descobrindo algo que poderia juntar as duas coisas: Ser professor internacional!
Aí o próximo passo: buscar escolas internacionais ao redor do mundo e mandar meu CV. Pesquisei muitas escolas em vários lugares que eu nem sabia que existiam, porém eu tinha dois empecilhos: 1. As escolas pediam no mínimo dois anos de experiência em escola Internacional 2. A maioria pedia nativos da língua Inglesa. Mesmo com esses empecilhos eu continuei mandando meu CV para todas elas, esperando que, quem sabe eles se interessam por algo no meu currículo e não me dão uma chance.
Foram 6 meses nessa busca e nada, até que em Janeiro de 2013 a diretora da minha atual escola (Escola Internacional do Amazonas) me manda um e-mail e na mesma hora eu respondo marcando uma “entrevista” eu larguei tudo e fui. Em dois dias comecei a dar aula, ainda sem a certeza se eu iria ser contratado meio período ou full time porque a outra professora estava decidindo se iria sair ou não. Nisso eu aproveitei para adquirir experiência e aprender o máximo possível, além de aproveitar para adquirir algumas certificações internacionais.
Já no final de 2014 a própria diretora apresentou numa reunião de professores, um programa de bolsas de mestrado pra Inglaterra. Eu apliquei para 3 universidades fui aceito para 2 delas (a 3ª tinha suspendido o curso que eu queria) e esperei pela bolsa.
Já na primeira fase eu não fui aceito. Eu decidi que não ia desistir de primeira. Comecei a aplicar para vários outros programas de bolsa só que ao mesmo tempo que fazia isso, comecei a pesquisa novamente as escolas internacionais e mandar meu CV agora atualizado com dois anos de experiência, porém ainda sem ser nativo (não dá para nascer de novo, né?)
Nisso as bolsas também foram negadas e acabei recebendo duas propostas de trabalho uma para ir para o Peru e outra para a Bolívia. Esse é a nova aventura que vem aí e que vou contar com mais detalhes em outro post.
Abraços

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